O colunista Leandro Mazzini, do jornal Diário de S.Paulo,
comentou que, se Lula ainda fosse presidente, o deputado Marco Feliciano
(PSC-SP), já teria “rodado” da presidência da Comissão de Direitos
Humanos da Câmara. O jornalista justificou sua afirmação citando uma
suposta conversa do líder petista durante um evento em Leipzig, na
Alemanha, onde o ex-presidente teria criticado ferozmente postura de
Feliciano no cargo.
A conversa, segundo o jornalista, aconteceu em uma roda de amigos,
entre os quais estaria o deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF), que teria
repassado a informação sobre a conversa a outros parlamentares. O
jornalista destaca que Fonseca é evangélico, e um dos aliados de Marco
Feliciano, o que o teria motivado a divulgar a conversa com o
ex-presidente.
Através do Twitter, Feliciano comentou as afirmações de Mazzini,
questionando se Lula realmente teria se preocupado em comentar sua
gestão diante da Comissão durante um encontro entre líderes políticos
mundiais. O deputado afirma que, ou se trata de uma mentira, ou as
afirmações de Lula estariam revelando a existência de influentes
“padrinhos políticos” do movimento LGBT dentro do atual Governo.
“Será que Lula, na Alemanha, podendo falar de Chefes de Estado se
preocupou em falar de mim? Ou é mentira ou de fato a agenda GLBTT tem
padrinhos fortíssimos no governo, incluindo Lula”, afirmou Feliciano na
rede social.
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