sexta-feira, 21 de junho de 2013

Protesto com ironia: Já que os gays são doentes, vamos todos pedir aposentadoria por invalidez

Toni Reis sugere que
Toni Reis sugere que o deficit da Previdência Social para pagar os homossexuais deva ser descontado dos salários dos deputados que aprovaram a proposta da “cura gay”
Como não ser fã de Toni Reis, um dos mais fortes ativistas LGBT do país. Que tal seguirmos o mesmo exemplo? (Lembrando que na tarde desta quinta-feira, todo mundo nas ruas do Recife protestando!!)
A aprovação, na última terça-feira, da proposta que permite a psicólogos tratarem a homossexualidade como doença abriu o caminho para que gays, lésbicas e transexuais peçam aposentadoria compulsória por invalidez, na avaliação de ativistas homossexuais.
“Se somos doentes, somos inválidos. Logo, temos que nos aposentar”, ironizou Toni Reis, que é diretor-executivo do grupo Dignidade, de apoio a homossexuais. Toni admite que o pedido de aposentadoria é uma forma “risível” de protestar contra a aprovação do projeto e afirma que é uma resposta paga na mesma moeda. “Já que eles querem brincar com a nossa cidadania, nós vamos usar isso [pedido de aposentadoria] de forma muito tranquila”, disse.
Ele propõe ainda que o benefício a ser pago como aposentadoria seja o equivalente a 24 salários mínimos. O ativista foi o primeiro a encaminhar, na quarta-feira, pedido de “aposentadoria compulsória retroativa por homossexualismo” aos ministros Garibaldi Alves (Previdência Social) e Alexandre Padilha (Saúde).
No documento que encaminhou, o ativista reconhece o risco de “quebrar” a Previdência Social caso todos os brasileiros homossexuais tomem a mesma atitude, e por isso sugere que o deficit seja debitado dos salários dos deputados que aprovaram a proposta, do fundo social do pré-sal ou dos lucros obtidos com a construção de estádios para a Copa das Confederações. Segundo Toni Reis, pelo menos outras 15 pessoas lhe disseram que fariam o mesmo pedido.

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