Epitácio Pessoa/AE
"Verônica, de 24 anos, a mãe de Bryan"
Edelberto, de 28 anos, pai do menino, e um tio da criança entravam na garagem na casa, quando foram abordados por seis homens, por volta de 0h30 desta sexta. Dois dos assaltantes estavam armados com revólveres e os demais com facas - cinco deles usavam capuzes e um único mostrava o rosto. Os bandidos obrigaram o pai e o tio a abrir a porta da casa, que tem dois pavimentos. Três bandidos foram para o primeiro andar e os demais permaneceram no térreo. O pai foi levado para o primeiro andar, onde estavam sua mulher, Verônica, de 24 anos, e seu filho de 5.
A mulher entregou aos criminosos R$ 3.500 - no térreo, o tio havia dado aos ladrões R$ 1 mil que ele carregava. No meio do roubo, a criança começou a chorar. Um dos bandidos mandou que ela parasse. "Faz essa criança parar de chorar!", gritou para a mãe. Os assaltantes queriam ainda mais dinheiro e ameaçaram o casal. "Eu vou matar essa criança." Desesperada, a mãe se ajoelhou e apanhou a criança no colo. Em seguida, exibiu aos bandidos a carteira vazia. "Não tenho mais dinheiro", disse Verônica. A resposta dos ladrões foi atirar na criança.
A bala acertou a cabeça de Bryan. Os assaltantes fugiram da casa levando o dinheiro. Desesperados, os pais levaram o menino ao pronto-socorro do Hospital Geral de São Mateus. Bryan morreu cinco minutos depois de chegar ao hospital. Era o filho único do casal. Seus pais querem voltar à Bolívia e enterrar o menino em sua cidade natal. O casal estava aqui fazia seis meses e tabalhava em uma oficina de costura. "Não temos dinheiro para voltar. Precisamos de ajuda. Levaram todo o dinheiro que havíamos juntado", disse Verônica. O caso foi registrado no 49º DP (São Mateus).
por isso que eu digo bandido bom é bandido morto. Vontade que me da de momtar um grupo de exterminio e matar tudo essas praga, bandido, assaltante, estrupador, traficante, exterminar raça de demonio.
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